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Sobre nós

A Kreativio começou como reclamação de fim de expediente

Duas pessoas, uma que vivia a dor dentro de uma agência e outra que sabia construir software. A conversa que deu origem ao produto acontecia quase toda semana, sempre sobre a mesma coisa: ninguém sabia onde a aprovação estava.

De onde veio

O trabalho era bom. O caminho até o sim é que era um desastre.

A peça ficava pronta na quarta. Na sexta ainda estava em revisão, porque o retorno do cliente tinha chegado em três lugares diferentes e nenhum deles era o arquivo. Alguém montava um PDF com as anotações, outro alguém pedia a versão certa, e o designer refazia um ajuste que já tinha sido feito.

O pior não era o retrabalho. Era o mês seguinte, quando o cliente perguntava quem tinha aprovado aquilo, e a resposta dependia de alguém achar um print numa conversa antiga.

  • “Aprova pra mim?”, num áudio de quatro minutos.
  • peça_final_v2_AGORAVAI.pdf
  • “Quem aprovou isso mesmo?”, três meses depois.
  • Print de conversa guardado como comprovante.
  • “Some alguma coisa aqui em cima”, sem dizer o quê.
  • Cliente pedindo login de uma ferramenta que usa duas vezes por mês.

Nada disso é culpa de quem faz. É o que sobra quando a ferramenta de aprovação é a mesma que serve para combinar o almoço.

Quem faz

Somos duas pessoas, e isso aparece no produto

Uma trouxe o problema com endereço e a outra sabia construir a solução. Não há camada de intermediário entre quem sente a dor e quem escreve o código.

  • Camila

    Cofundadora · produto e operação

    A Camila trabalhou em agência de marketing, entre o marketing e o comercial. Foi dali que veio a lista de dores desta página: ela viveu cada uma delas, com nome de cliente e data de entrega.

    Hoje é ela quem decide o que entra no produto. Nenhuma solução da Kreativio é aprovada sem responder a uma pergunta simples: isso resolve um problema que a agência tem de verdade, ou só parece bonito numa demonstração?

  • André

    Cofundador · engenharia

    O André é desenvolvedor há bastante tempo e acompanhou de perto o dia a dia da Camila. Via a mesma cena se repetir: trabalho bom travado por um processo que não existia, e um monte de gente competente apagando incêndio de aprovação.

    Foi ele quem disse que aquilo era um problema de software, não de força de vontade. A Kreativio nasceu dessa conversa, e é ele quem constrói a plataforma.

Missão e visão

Missão

Tirar a aprovação de design do improviso.

Toda peça que uma agência entrega merece um lugar onde o cliente decide e a decisão fica registrada. Não um grupo, não uma caixa de entrada, não um print.

Visão

Que “manda no WhatsApp” deixe de ser o jeito padrão de aprovar trabalho criativo no Brasil.

A gente quer que abrir um link de revisão seja tão comum quanto abrir uma nota fiscal, e que nenhuma agência precise provar com print o que já combinou com o cliente.

Valores

Cinco regras que a gente checa antes de entregar qualquer solução

Não são adjetivos. São decisões que já custaram funcionalidade e prazo, e que dá para conferir usando o produto.

Quem aprova não instala nada
Se o cliente da agência precisa criar conta para dizer sim, o problema virou nosso. Ele abre um link, escreve o nome e decide.
Registro antes de recurso
Antes de qualquer funcionalidade nova, a decisão precisa ficar guardada com nome, data e origem. É o que sustenta a conversa três meses depois.
Quem aparece é a agência
O produto trabalha por baixo. A marca que o cliente final enxerga é a de quem contratou a gente, não a nossa.
Sem pedágio
Integração não se vende à parte e limite existe para proteger custo, não para forçar upgrade. Cliente ativo é ilimitado em qualquer plano.
Português de gente
Se a solução precisa de tradução para ser usada, a solução está errada. A gente reescreve a frase em vez de escrever um tutorial.

Quer conversar com a gente?

Somos dois. Quem responde o e-mail é um de nós, e a resposta não é modelo pronto.